Past

O passado da gente, às vezes, parece uma espécie de mentira. Quem poderá provar a veracidade daquilo que ficou para trás? Por isso, talvez, fazemos diários, tiramos fotos, guardamos velhos ingressos de teatro, cinema, shows e gastas passagens de alguma viagem onde um dia passamos uma tarde das nossas vidas.

Imagens, borrões de tinta, peças de roupa, cartões-postais apagados, recortes de jornal, mechas de cabelos e bilhetes — tudo são provas, garantias de que um dia houve um passado, uma casa, uma tarde de sol, uma pessoa, um beijo.

O tempo transforma a saudade em uma cicatriz, aos poucos indolor, nem sempre visível, quase uma ficção de nós mesmos.

Vai, agora é a sua vez de falar

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