Das perguntas

Há perguntas desconcertantes, no entanto, sempre se pode aproveitar, um pouco, um muito, um mundo, não apenas com a resposta, mas em pensar sobre elas.Tô meio que amanhecendo cheio delas para pensar. Como por exemplo: qual meu café favorito? A velha resposta do preto, quente, forte, amargo e curto…. precisa de mais, precisa de companhia.

Uma boa companhia para dividir o café, suas impressões, opiniões. Café deixa de ser bebida e vira motivo, para se estar junto e talvez, querendo continuar-se juntos, encontrando-se motivos frequentes para continuar a buscar outros cafés. Mas sem se desgarrar da companhia. Acredito na vida e nos seus sabores, todos que a língua oferta, diferenciando cada um deles… buscando, se buscando, memorizando, acertando e errando, mas não passando do chão nem acima das nuvens… aliás… voar, também é uma opção, descobri isso.

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